Primeiras Propostas

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#1
Uma Revolução Cidadã para aprofundar a democracia.
Os Orçamentos devem ser participativos. Decisões importantes e polémicas devem ser submetidas a referendos locais. As reuniões da Assembleia Municipal e da Câmara devem ser abertas ao público – o que implica instalações capazes de comportar a sua participação.

#2
Suspender imediatamente os despejos e os cortes de água e de luz.
No Porto, há milhares de cidadãos a viver sem água nem luz, nomeadamente nos bairros camarários, por carência económica e acumulação de juros. Ao mesmo tempo, o Executivo da Câmara transferiu da Empresa das Águas para a autarquia 10 milhões de euros, que seriam suficientes para garantir que ninguém é privado da água, bem essencial e direito humano.

#3
Um programa de investimento de 25 M€ por ano para a reabilitação urbana, nos próximos quatro anos.
A autarquia tem dezenas de prédios no centro histórico que lhe pertencem e estão vazios. Recuperem-se as casas, coloquem-se para arrendar. Em dez anos, a autarquia recuperará o investimento, não apenas em rendas mas no repovoamento. E no entretanto, cria emprego, requalifica o espaço público, densifica a cidade. Puna-se fiscalmente quem tem prédios e os deixa ao abandono. Que a autarquia tome posse, requalifique, arrende – e quando recuperar o que gastou, pode voltar a passa-los aos proprietários.

#4
Transformar as escolas em equipamentos ao serviço das comunidades.
As escolas existem um pouco por todo o território – o mesmo território onde tantas vezes faltam equipamentos públicos. A autarquia deve promover um programa para as abrir e colocar campos desportivos, bibliotecas, computadores e internet que lá existem disponíveis à noite ou ao fim de semana para a população.

#5
Um plano verde para arborizar a cidade e incentivar as hortas urbanas
Um plano para aumentar para o dobro a extensão de arruamentos com árvores, que assuma o objetivo de plantar 2500 árvores por ano, que apoie a criação de hortas urbanas em terrenos da autarquia, que incentive o cultivo comunitário em hortas municipais.

#6
Um programa para reduzir drasticamente as vítimas de acidentes viários na cidade.
No Porto, as vítimas deste tipo de sinistralidade são 1000 por ano. Coisas simples como passadeiras, pisos anti-derrapantes, alterações na sinalética, podem fazer diferença. Mas têm sido ignorados.

#7
Conquistar as ruas e ocupar o espaço público com arte e cultura.
Devolver os teatros municipais, como o Rivoli, à criação artística da cidade e a uma programação cosmopolita, aproveitar equipamentos abandonados para projetos culturais, ocupar os jardins, as praças e as ruas com arte e com gente.