Intervenção séria nas ilhas

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Na ilha da lomba
No Domingo, 22 de Setembro dedicamos a tarde às ilhas da cidade.
Este Domingo estivemos na ilha da lomba para apresentarmos as propostas para as cerca de 700 que existem na cidade do Porto. As condições de degradação e a falta de resposta a este nível exigem uma resposta séria para garantir o mínimo de dignidade para as pessoas que aqui vivem. Propomos que a câmara deve apoiar a requalificação destas ilhas em meio milhão de euros e reforçar as acções inspectivas para exigir condições mínimas de habitabilidade. Mais sobre a visita aqui.

Esta tarde contou com a visita à ilha, e posteriormente com discursos da candidata e candidato à junta do Bonfim Amarante Abramovici e José Gonçalves, da candidata à junta de freguesia de campanhã Elsa Silva, da Luísa Amaral e José Soeiro. Contamos também com as intervenções de uma moradora e música de José Silva e Filomena Gigante.
Lê o texto da Regina Guimarães feito em específico para esta intervenção sobre o que é o desleixo relativo às ilhas, e a necessidade da sua conservação.

Na ilha da lomba

Na ilha da lomba

Na ilha da lomba

Na ilha da lomba

Na ilha da lomba

Na ilha da lomba

Na ilha da lomba

Na ilha da lomba

Na ilha da lomba

Na ilha da lomba

Na ilha da lomba

Na ilha da lomba

Na ilha da lomba

Para a despoluição do Rio Douro

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No Rio Douro

O Sábado, 21 de Setembro, foi dia dedicado ao Rio Douro e zona ribeirinha, onde defendemos uma resposta intermunicipal em conjunto com Gaia e Gondomar para a despoluição do Rio Douro.

Começou com um almoço na Ribeira, com um grupo de pessoas daí. Em seguida juntámo-nos na viagem de barco que vinha já de Gaia para tratar o tema da despouluição do Rio Douro.
No nosso programa defendemos que um Porto com qualidade de vida passa por equilibrar paisagem natural e área construída, tornar as infraestruturas eficientes do ponto de vista energético, promover atividades com baixo teor de carbono, despoluir o Douro, proteger as áreas verdes da cidade, incentivar formas de ocupação como as hortas urbanas. É proteger espaços e equipamentos, desde a rede hidrográfica do concelho ao tratamento de resíduos.

Fizemos uma visita de barco no rio Douro em conjunto com as candidaturas do Bloco de Esquerda de Gaia e Gondomar para falarmos sobre as propostas em conjunto para a despoluição do rio. A notícia sobre esta ação pode ser lida aqui

No Rio Douro

Almoço na Ribeira

Almoço na Ribeira

Almoço na Ribeira

Almoço na Ribeira

Almoço na Ribeira

100 propostas para o Porto em tópicos

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100 propostas para o Porto

Uma cidade democrática: revolução cidadã para aprofundar a democracia
1 – Promover orçamentos participativos.
2 – Fazer referendos locais.
3 – Promover a transparência das decisões tomadas pela autarquia. Divulgar toda a informação e documentos da Câmara sobre despesas e receitas, contratações, concursos e ajustes diretos.
4 – Envolver os cidadãos na identificação e elaboração de decisões municipais.
5 – Permitir que grupos de cidadãos possam fazer propostas diretamente à Câmara e à Assembleia Municipal.
6 – Abrir as reuniões da Câmara e da Assembleia Municipal à população.
7 – Envolver a população no planeamento urbanístico.
8 – Aplicar uma nova visão sobre a revista municipal, que fomente a participação cidadã e a pluralidade.
9 – Combater a infoexclusão: net gratuita nos espaços públicos da cidade.
10 – Lutar pela manutenção do Centro de Produção do Porto da RTP na cidade e pela disponibilização da RTP Informação na TDT.
11 – Utilizar software livre nos serviços camarários e em empresas municipais.
12 – Continuar a investir na desmaterialização de processos, com os consequentes ganhos ambientais e poupança.
13 – Estabelecer como limite de remuneração para os cargos de nomeação política o vencimento do Presidente da Câmara e combater a ocupação de funções por mero vínculo partidário.

Uma cidade habitada, com urbanidade e com memória
14 – Criar mais habitação, mais oferta pública, a preços acessíveis.
15 – Punir a especulação imobiliária com agravamento do IMI para casas devolutas e em ruínas.
16 – Investir metade do IMI – 25 milhões de euros – na a reabilitação.
17 – Reduzir o valor das rendas municipais e suspender os despejos.
18 – Revogar o “Regulamento do Parque Habitacional do Município” e combater a Lei das Rendas.
19 – Garantir que todas as zonas do Porto serão bem servidas de transportes públicos.
20 – Apoiar as associações de moradores e criar um elo direto na Câmara.
21 – Criar a figura do Provedor do Inquilino Municipal.
22 – Requalificar as ilhas e promover a habitação no centro da cidade.
23 – Criar equipas multidisciplinares de mediação entre os técnicos e os cidadãos, para eliminar barreiras linguísticas.
24 – Requalificar a habitação no centro histórico de modo inclusivo.
25 – Requalificar e manter o Bolhão como mercado de frescos.
26 – Suspender a venda de património municipal.

Uma cidade com mobilidade
27 – Aumentar os corredores BUS, poupando 3 milhões de euros por ano.
28 – Lutar por uma gestão pública da STCP, com participação maioritária dos municípios.
29 – Retomar o passe social.
30 – Valorizar o elétrico.
31 – Alargar horários dos autocarros e do metro à noite e ao fim de semana.
32 – Garantir estacionamento para moradores e aplicar as receitas de estacionamento em medidas de mobilidade inclusiva para todas as pessoas.
33 – Envolver a população na resolução dos problemas de mobilidade na cidade.
34 – Criar condições para um Porto ciclável.
35 – Articular transportes públicos e bicicletas.
36 – Criar bicicletários decididos pela população.
37 – Reativar os elevadores da ponte da Arrábida.
38 – Reativar o transporte fluvial.
39 – Lutar pelo alargamento do Metro através de uma linha circular.
40 – Valorizar as ligações no âmbito Noroeste Peninsular.

Responder à crise social
41 – Combater o isolamento e promover o contacto intergeracional.
42 – Garantir pequeno-almoço para todas as crianças nas escolas.
43 – Suspender os cortes de água e de luz, quando resultam de situações de carência.
44 – Desenvolver um programa no âmbito da economia social, solidária e cooperativa e de incentivo à criação de emprego local.
45 – Redimensionar a rede de balneários públicos, assegurando uma distribuição equilibrada pelo território da cidade.
46 – Criar um programa de hortas comunitárias em terrenos do município desocupados ou subaproveitados.
47 – Criar centros comunitários nos bairros sociais e outras zonas prioritárias de intervenção social, com equipas técnicas multidisciplinares.
48 – Criar uma rede de restaurantes sociais, que forneça refeições a preços simbólicos, num ambiente acolhedor.

Uma cidade da arte e da cultura
49 – Redefinir o Teatro Rivoli como equipamento municipal.
50 – Estabelecer acordos, com estruturas e criadores, para promover a programação regular e a participação popular em todo o território da cidade.
51 – Valorizar o cinema. Recuperar o cinema Batalha e outros equipamentos.
52 – Fazer programação regular em espaços públicos, incluindo os menos centrais.
53 – Criar programação para os coretos da cidade, estabelecendo protocolos com as escolas de música e bandas da cidade.
54 – Colaborar ativamente com o Teatro Nacional S. João, a Casa da Música, o Museu Serralves e outros equipamentos.
55 – Resolver os problemas adiados da Casa da Animação, da Casa Manoel de Oliveira e da Casa das Artes.
56 – Alargar os horários das bibliotecas.
57 – Valorizar o património monumental e humano, integrando e fomentando a participação das associações locais.
58 – Criar e distribuir, em grande escala, uma agenda dos eventos artísticos na cidade.
59 – Incentivar a criação de conteúdos infanto-juvenis pelo centro de produção do Porto da RTP.
60 – Promover serviços de babysitting e a existência de departamentos educativos nos equipamentos culturais.
61 – Reabrir o Museu de Etnografia.

Uma cidade aprendente
62 – Desenvolver e aplicar políticas educativas a favor da escola pública.
63 – Promover atividades socioeducativas, dentro e fora da escola.
64 – Valorizar e utilizar o património científico da cidade, criando parcerias com a Universidade e o Politécnico.
65 – Disponibilizar equipamentos sociais e escolares, como bibliotecas e recreios, à população em horários não letivos.
66 – Dinamizar um conselho municipal de educação participado.
67 – Impulsionar respostas integradas de apoio às famílias e de promoção do sucesso escolar.
68 – Respeitar a opinião e a participação das crianças e dos jovens na cidade.

Uma cidade viva: promover o emprego e apoiar o comércio
69 – Acabar com os contratos precários na autarquia e exigir às empresas com quem contratualiza a garantia de que não recorrem ao trabalho precário.
70 – Requalificar ruas, praças e outros espaços onde existe comércio.
71 – Melhorar a resposta municipal aos pedidos de licenciamento.
72- Regular os horários das grandes superfícies.
73 – Apoiar a modernização dos estabelecimentos comerciais.
74 – Criar um Conselho Municipal Económico e Social.
75 – Afetar um terço da derrama – imposto sobre as empresas que têm lucro – à dinamização da atividade económica local.
76 – Promover os ofícios tradicionais.
77 – Associar-se à reivindicação da diminuição do IVA na restauração.

Uma cidade que valorize a sua identidade e apoie o turismo
78 – Desenvolver roteiros turísticos, valorizando o nosso património arquitetónico.
79 – Reabrir o Solar do Vinho do Porto e promover a adesão da cidade à Rede de Municípios ligados ao Vinho.
80 – Criar um Parque de Campismo Municipal.
81 – Apoiar a atividade noturna, conciliando-a com o respeito pelos moradores e moradoras.
82 – Valorizar o São João como grande festa da cidade.

Uma cidade que combate as discriminações
83 – Criar informação adequada a todas as faixas etárias e grupos sociais.
84 – Garantir a todas as pessoas, com especial atenção às pessoas com deficiência, condições de mobilidade e acessibilidade aos equipamentos.
85 – Incentivar associações ou grupos informais promovidos por e/ou para idosos.
86 – Promover ações de sensibilização contra a discriminação em função da orientação sexual ou da identidade de género.
87 – Apoiar associações de imigrantes e promover o diálogo intercultural.
88 – Implementar o plano municipal para a igualdade de género.
89 – Construir um tanatório (instalação não religiosa para a realização de serviços fúnebres).
90 – Promover uma cidade responsável face à desinserção e à marginalidade, através de ações concertadas com as redes sociais da cidade.

Uma cidade com qualidade de vida e que respeita o ambiente
91 – Melhorar a qualidade do ar. Redução do número de veículos pesados em circulação e criação de ruas pedonais.
92 – Apresentar, com regularidade, o relatório sobre o estado do ambiente acústico.
93- Elaborar o Plano Municipal de Redução do Ruído.
94 – Promover um plano de combate à sinistralidade rodoviária.
95 – Aumentar os espaços verdes para 20m2 por habitante e recuperar os existentes.
96 – Identificar os problemas associados aos animais de rua para melhor intervir.
97 – Converter o canil municipal num centro de bem-estar e de proteção de animais de rua.
98 – Promover o conceito de gatos municipais e de cães comunitários.
99 – Criar espaços e serviços do município para os animais domésticos.
100 – Combater o uso dos animais como objeto recreativo em espetáculos que impliquem sofrimento.

Das ilhas da cidade do Porto

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Das ilhas do Porto

Ao entardecer, debruçado pela janela,
E sabendo de soslaio que há campos em frente,
Leio até me arderem os olhos
O livro de Cesário Verde.

Que pena que tenho dele! Ele era um camponês
Que andava preso em liberdade pela cidade.
Mas o modo como olhava para as casas,
E o modo como reparava nas ruas,
E a maneira como dava pelas cousas,
É o de quem olha para árvores,
E de quem desce os olhos pela estrada por onde vai
andando
E anda a reparar nas flores que há pelos campos …

Por isso ele tinha aquela grande tristeza
Que ele nunca disse bem que tinha,
Mas andava na cidade como quem anda no campo
E triste como esmagar flores em livros
E pôr plantas em jarros…

Alberto Caeiro, in “O Guardador de Rebanhos” – Poema III

Dir-me-ão que é despropositado
citar Pessoa sobre Cesário
dois poetas lisboetas mas do mundo
a propósito das nossas ilhas portuenses.
Na verdade creio que a forma de ver
que Caeiro vê em Cesário
tem,
a meu ver,
tudo a ver
com isto de ver ilhas
e de tentar ver o seu devir.
Uma ilha portuense
é um pedaço de aldeia
rodeado de cidade por todos os lados.
Ao contrário das ilhas com palmeiras e camas de rede
e de muitas outras que enfeitam os mares e os mapas,
islândias ou madeiras, cretas ou malvinas,
as ilhas da nossa cidade são muito pobres
mas encerram memórias muito ricas
tanto ao nível do seu contributo para a história da cidade
como no que diz respeito à epopeia da industrialização
e do êxodo rural.
Se delas dizemos que são património a proteger
é porque,
embora inscrevendo-se num processo histórico transnacional
(que assume particular relevância na parte oriental da cidade),
elas são únicas em termos de configuração
e singulares em termos de modelo de mundivivência.
Os camponeses do Norte
empurrados até ao Porto
pelo sonho frágil de encontrar
melhores condições de vida no presente
e sobretudo mais perspectivas de futuro,
inventam,
apesar da exiguidade dos fogos onde são aparcados,
modos de vida
parentes das formas de proximidade dos aldeãos
em pleno coração da cidade,
tal como os emigrantes que chegaram aos arredores de Paris
reconstruiram aldeias portuguesas na lama dos bairros da lata.
Claro que esta é uma história antiga
que toma corpo no já longínquo século XIX.
Claro que está é uma história trágica
com patrões sem escrúpulos a enriquecer
à custa dos recém-proletários
a quem alugavam
a peso de ouro
habitações pequeníssimas e insalubres
nas traseiras das suas moradias,
as quais, por supostamente escaparem
aos fiscalizadores da fachada,
– não foi o Rui Rio que inventou o fachadismo… –
se foram degradando sem contudo se esvaziarem
porque o luxo dos pobres era poderem viver perto do centro
e não em tristes bairros periféricos…
Claro que as ilhas,
flores agrestes plantadas em terrenos de agrura,
acabaram por despertar a cólera dos higienistas,
dos eugenistas,
dos fascistas,
encartados ou não,
que, em nome da saúde pública, expulsaram da cidade
milhares e milhares de proletários
como quem varre lixo para debaixo de outro tapete.
Esse derrame ditado pelos donos do poder
terá tido consequências
– insuficientemente estudadas
porém ainda hoje gritantes –
na auto-estima da cidade do Porto.
A limpeza étnica foi assaz radical
mas em 2013
persistem mais de mil ilhas invictas
– grande arquipélago invisível,
verdadeiro desafio à nossa capacidade
de ver mais mundo outro neste mundo,
e outra cidade nesta cidade.
Não se trata obviamente
de pedir aos nossos insulares concidadãos
que continuem,
a fim de preservar rastos pitorescos,
a viver a 20 num lugar onde cabem 2,
a acordar sem água canalizada em casa,
a partilhar uma sanita entre 100.
Trata-se de olhar
para o que as ilhas têm de belo e útil
e até historicamente necessário
no plano da aprendizagem da partilha
e da vivência comunitária
para que se torne possível transformá-las
em lugares mais aprazíveis
em polos de habitação popular mais confortável
em aldeias ainda mais orgulhosamente citadinas
e resistentes.
Quando penso em «ilhas»
e no muito que na minha rua ouvi falar delas,
– das suas inimitáveis festas,
das doenças que as assolavam,
do sofrimento em tempos de privação
cujo pico terá sido a guerra civil de Espanha –
lembro-me sempre de uma adivinha da minha infância:
«Qual é a coisa, qual é ela,
que mal entra em casa fica logo à janela?»
A resposta não era «ilha», era «botão».
Como não gosto de botões,
prefiro pensar em locais onde mal o sol entra
logo a luz toma conta de todos os recantos.
Em lugares de UTOPIA
onde as portas e as janelas se confundem.
Em capitais da alegria,
como cantava o nosso querido José Afonso.
Cidades «sem muros nem ameias».
Fecho os olhos
e consigo sentir na pele
«a flor da palma (afagando) a cantaria».

Regina Guimarães

Jornal da candidatura

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Queremos transformar a cidade do Porto numa cidade boa para todas as pessoas viverem. O mesmo que é dizer – como escreve Ana Luísa Amaral, nossa cabeça de lista à Assembleia Municipal do Porto – “uma cidade “mais justa. Ao serviço das pessoas. Um Porto onde ‘pacto’ não signifique pactuar com os interesses instalados. Mas um Porto de pactos justos. Um Porto porto de abrigo. Um Porto que seja de facto, seu: dele, de si, Porto, e de nós todos e todas. Das pessoas. Um Porto que promova a erradicação da pobreza e combata a desertificação, convidando as pessoas a habitarem-no e a nele ficarem, felizes. Uma cidade aberta e cheia, não esvaziada de gente.”´

Uma noite Rivolivre

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Música, poesia, intervenções e muita vontade de lutar por mais esquerda no Porto

Não é fácil encontrar palavras para descrever o que sentimos ao entrar, muitos de nós pela primeira vez desde 2006, no Rivoli.

João Veloso, linguista, investigador e professor na Faculdade de Letras e candidato à Assembleia Municipal do Porto pela nossa candidatura, comentou assim “Fica para a História. Assim como o meu pai diz, quando passa em Carlos Alberto, “foi aqui que eu vi o Humberto Delgado e nunca vi tanta gente junta no Porto”, passarei eu a dizer, quando passar na D. João I, “foi aqui que estive no Rivolivre e nunca vi tanta gente a querer uma cidade”.”

Deixamos aqui um vídeo-resumo do abertura oficial da campanha autárquica “Virar o Porto ao Contrário”, que encheu o Teatro Municipal Rivoli no dia 17 de Setembro de 2013.

Opinião: (re)inventar a cidade Porto: vencer a crise social – Jorge Campos

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“Pela minha parte, com ou sem auditoria, simplesmente não quero o modelo de Gaia na minha cidade. É um modelo de fantasia, posto em prática à maneira antiga, negligenciando as freguesias do interior e promovendo obras para dar no olho. Ora o tempo não está para fantasias. Nem para alimentar a rede clientelar dos ajustes directos. Nem para dar corda à cultura ao quilo. Nem para andar a fazer de conta.”
[…]
“Dando resposta à pergunta sobre o que distingue as diferentes candidaturas, o sociólogo José Soeiro respondeu com outra pergunta: quantas casas recuperou directamente a SRU – Sociedade de Reabilitação Urbana – à frente da qual esteve Rui Moreira? Uma. Quanto ao resto, disse o candidato que apoio, a SRU do dr. Rio foi uma espécie de balcão do imobiliário para colocar no mercado habitação a preços proibitivos. Creio que a linha de demarcação face à politica da direita na cidade – e aos seus candidatos – ficou clara. Como ficou claro por onde deve passar a convergência à esquerda.”

Ler mais aqui

12 set 2013

Último Outdoor Coletivo: Responder À crise social

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Reponder à crise social
A fotografia de Renato Roque, tirada no Bairro do Aleixo, lembra-nos da constante necessidade de “responder à crise social”.
Colocado na Rotunda da Prelada, a 21 de Setembro, este foi o último outdoor entregue artistas da cidade. Mais um trabalho colaborativo nesta nossa “outra campanha”…

STCP – Privatizar é destruir

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foto
No dia 20 de Setembro, numa ação em que nos juntamos aos candidatos do Bloco de Esquerda da área metropolitana do Porto, voltamos a defender a nossa posição relativa à mobilidade e transportes urbanos da região.
Continuaremos a lutar por uma gestão pública da STCP, com participação maioritária dos municípios.
A quebra na utilização de transportes públicos deve-se à decisão do PSD e do CDS-PP de, em plena crise, tirar o passe social a milhares de pessoas, nomeadamente estudantes e reformados. O resultado está à vista: as pessoas perdem o direito à mobilidade, as empresas de transporte perdem milhares de passageiros e perdem receita. Não existe qualquer estratégia séria que possa promover a utilização de transportes públicos sem, em primeiro lugar, reduzir os preços para os valores de janeiro de 2011 e recuperar os passageiros perdidos pela decisão da coligação de direito sobre o passe.

Lê a notícia do PortoCanal

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Conferência de Imprensa: Património do Porto

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Montagem outdoor

Apresentamos as nossas propostas sobre política de conservação e reabilitação de património da cidade. Junto ao outdoor da nossa campanha.
Somos os únicos a fazer o compromisso de parar com a alienação do património municipal, que PSD/CDS puseram a saque.
Neste 12 anos de direita na cidade, PSD e CDS transferiram para privados dezenas e dezenas de prédios e terrenos que pertenciam à cidade, empobrecendo-a. Além de reduzir o património público, de espoliar as pessoas de equipamentos essenciais, há que denunciar que muitos dos negócios são ruinosos do ponto de vista financeiro, para o município. A título de exemplo, o mercado do Bom Sucesso foi entregue por 70 anos a uma empresa da construção civil e imobiliária que só em 2048 passará a pagar uma renda, quase irrisória.

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