Mais árvores na cidade do Porto: PSD e CDS/PP nem o PDM cumpriram…

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As cidades precisam cada vez mais de espaços verdes, árvores, jardins e parques. A vegetação urbana contribui para a estabilidade microclimática e para baixar a poluição sonora e visual. Mas também pode reduzir entre 7% e 20% as concentrações de partículas e gases perigosos para a saúde humana.

A cidade do Porto bem precisa de aumentar a capitação de área verde pública. A média europeia é superior a 20 m2/habitante, e no Porto não chega sequer a 15 m2 por habitante.

Face aos 156 hectares de estrutura verde pública existentes em 2005, o PDM do Porto então aprovado, colocou como objetivo o seu alargamento para 388 hectares. E para tal foi definida a ampliação/criação de novos espaços verdes: ampliação do Parque da Cidade e criação doutros 7 (como o Parque Oriental, da Ervilha, de Currais e de Outeiro do Tine). Mas como noutras matérias, a coligação de direita PSD/CDS-PP desrespeitou completamente o PDM aprovado em 2005.
Pior, o Parque da Cidade (ocidental) não só não ampliou a sua área verde como a área construída (impermeabilizada) é já superior a 103.000 m2 , quando o limite máximo de 5% de impermeabilização da área verde de utilização pública corresponde a 43.355 m2.
E o Parque Oriental (de 80 hectares) ainda está apenas nos 10 hectares, quando o município é proprietário de mais de 20 hectares. E o pior é que o parque Oriental está muito apoiado no leito do rio Tinto. E este, como é sabido, está transformado num esgoto a céu aberto.

Há também a urgente necessidade de aumentar a extensão dos arruamentos com árvores, apenas 16% (86 Kms.) do total de ruas estavam arborizadas em 2005. E também neste tema é inaceitável a política do município dirigido pelo PSD e CDS/PP.

Porque têm sido abatidas tantas árvores na cidade do Porto? Porque não são os eleitos autárquicos e as pessoas informadas sobre os motivos destes cortes ? Foram razões fito-sanitárias a justificar o corte de centenas de árvores ? Ou o abate de tantas árvores foi para criar estacionamento para automóveis e diminuir o custo das empresas privadas na instalação de gás e de cablagens eletrónicas?

A candidatura “E se virássemos o Porto ao contrário” do BE e outros ativistas da cidade, colocou no seu programa a plantação de pelo menos 2.500 árvores/ano. E aqui na rua Álvares Cabral (que já foi arborizada) é simbólicamente plantada uma laranjeira.

Porque a cidade do Porto precisa cada vez mais de espaços verdes, árvores, jardins e parques.

Como fazer uma cidade mais verde

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Mais árvores na cidade do Porto

Dia 27 de Setembro de manhã fizemos uma ação simbólica relacionada com a nossa proposte de 2500 árvores por ano para a cidade.
Porque têm sido abatidas tantas árvores na cidade do Porto?
Porque não são informadas as pessoas sobre os motivos destes cortes?
As cidades precisam cada vez mais de espaços verdes, árvores, jardins e parques, para controle da humidade, para a termoregulação e para fazer baixar a poluição atmosférica. A candidatura “E se virássemos o Porto ao contrário?”, do BE e outros ativistas da cidade, propõe a plantação de 2.500 árvores/ano. Em que locais? E aqui na rua Álvares Cabral (que já foi arborizada) foi simbolicamente colocada uma laranjeira. O JN esteve connosco e apontou as nossas propostas.

Mais árvores na cidade do Porto

Mais árvores na cidade do Porto

B13 + Capicua + José Soeiro no coreto da cidade

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Estava cheio de gente o coreto

Dia 26 de Setembro à noite, pontuamos a campanha num espaço público dos que queremos redinamizar e devolver para usufruto da cidade. O coreto do Jardim da Cordoaria esteve cheio de gente que veio ver os B13 e a Capicua. Apesar de alguns pingos, todos ficámos até ao fim, e a festa foi bonita.
O José Soeiro também não deixou de dizer umas rimas que aqui vos deixamos

Cidade especulação ao serviço do graveto
Sem a nossa oposição fazem um Porto no espeto*

Estás farto dos partidos que te roubam o salário?
Então faz-lhes um manguito, mano, não sejas otário!*

Moreira contra Menezes, Cardoso contra Pizarro?
O Porto farta-se às vezes de santos com pés de Barro.**

É tempo de rir do Rui que nos saiu tão ruim
E de impedir outro Rui quando este chegar ao fim!***

Santa troika, grande cabra que tens três para te apoiar.
O povo chama-te ladra, também te vamos virar***

É da nossa indignação que alternativas se tecem
Não a dês à abstenção, que os abutres agradecem*

Ocupa a tua cidade, e dentro dela os coretos
Com B13 e Capicua queremos um Porto sem guetos.*

Companheiros da campanha, que grande a nossa fogueira
Coração é boa lenha se a razão for milagreira**

Conta-nos hoje a sondagem que é possível eleger
Agora depende de ti. Então, que vais fazer?*

Virar o Porto ao contrário não é slogan balofo
Cidade sai do armário que lá dentro cheira a mofo**

*rimas originais de José Soeiro
** rimas originais da Regina
*** rimas originais de José Soeiro com Regina Guimarães

José Soeiro com B13

Capicua

Estava muita gente

Muita gente

Reabilitação urbana precisa-se!

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Reabilitação urbana precisa-se

Dia 26 de Setembro voltamos a focar a reabilitação urbana. Não queremos o modelo de reabilitação feito pela SRU ao longo destes anos. Aqui podes ouvir declarações do José Soeiro sobre este tema nesta ação. E aqui podes ler a notícia do P24.

Para ver mais fotos da ação aqui

Da Batalha a Santa Catarina, juntou-se um mar de gente.

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Da Batalha a Sta Catarina juntou-se um mar de genteArruada e Mini-Comício com Catarina Martins, José Soeiro, João Teixeira Lopes, Francisco Louçã, entre outras e outros.

Mais fotos deste momento de reta final da campanha aqui

Queremos uma cidade acessível

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Queremos uma cidade acessível
Dia 26 de Setembro de manhã, fizemos uma ação dedicada à acessibilidade. A cidade não está preparada para todas e todos, queremos que o Porto não coloque entraves à vivência e circulação na mesma. Como bem salienta o Movimento (d)Eficientes Indignados, “é-lhes negada a fruição da cidade e o direito a uma vida autónoma e independente, “porque o espaço público e os edifícios são uma sucessão de barreiras físicas ao exercício dos seus direitos”. Já nos comprometemos a alocar 2,8% do orçamento camarário para despesas de aquisição de bens e serviços e aquisição de bens de capital, para aplicação em obras de adaptação do espaço público e edifícios sob gestão camarária. Uma cidade que exclui alguns cidadãos não é livre, não é democrática, não é solidária, não queremos essa cidade.

Queremos uma cidade acessível

Queremos uma cidade acessível

Dia dedicado à cultura

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Dia dedicado à cultura

No dia 25 de Setembro, tivemos um dia dedicado à cultura, com apresentação das propostas para esta área. Visitámos o Museu das Marionetas, o Espaço Fábrica e o Teatro do Bolhão. Conversámos com atores e responsáveis por estes equipamentos.

aqui a notícia do P24 sobre esta ação.

Dia dedicado à cultura
Dia dedicado à cultura

Dia dedicado à cultura

Cartazes com as nossas propostas

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Cartazes com eixos programáticos pela cidade

Na segunda e durante esta semana, estivemos a colar pela cidade cartazes com os nossos principais eixos e com propostas concretas no que concerne cada um dessas áreas prioritárias. Queremos reabilitar o Porto. Casas a preços acessíveis.; Devolver os equipamentos públicos à cidade; Revolução cidadã. Mais democracia.; Responder à crise social.

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Cartazes com eixos program´ticos pela cidade

Nós abstemo-nos, eles agradecem

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Nós abstemo-nos, eles agradecem!

Dedicamos o dia 24 de Setembro para uma intervenção de arte urbana sob o tema da abstenção.
“O populismo agradece a abstenção. As outras candidaturas têm redes clientelares instaladas e posições estabelecidas, a abstenção favorece quem tem governado” Vejam o resto da notícia sobre a ação aqui.

Nós abstemo-nos, eles agradecem!

Nós abstemo-nos, eles agradecem!

Nós abstemo-nos, eles agradecem!

Nós abstemo-nos, eles agradecem!

Nós abstemo-nos, eles agradecem!

Nós abstemo-nos, eles agradecem!

Nós abstemo-nos, eles agradecem!

Visita Ceta Social

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Visitamos na manhã de 23 de Setembro as instalações do CETA Social, onde relembramos que esta é uma faixa da população que é das mais afetada pela crise social que vivemos, pelo corte das pensões, que é ao mesmo tempo acompanhado pelo encarecimento de bens e serviços essenciais, assim como aumento em despesa médica e necessidade de apoio específico. De notar especialmente que as pessoas que usufruem das instalações que visitamos (e que têm cerca de 3 anos) não têm qualquer apoio da segurança social, sendo que um outro lar, gerido por uma paróquia, que ainda não abriu, mas já tem um acordo assinado. Por fim, dizer que no distrito do porto a Segurança Social é dirigida por Sampaio Pimentel, dirigente do CDS que integra a lista de Rui Moreira, e claramente não tem tratado todas e todos da mesma forma.