Um ano

Um ano depois, balanço da cidade e um pedido concreto

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Há um ano, com as eleições autárquicas e a tomada de posse dos eleitos (incluindo os da nossa candidatura) e do novo executivo camarário, terminávamos a primeira etapa de um processo que era um convite para “virar o Porto ao contrário”.

É tempo de fazer um balanço. Como referido na última Assembleia, precisamos de tomar o pulso às mudanças que ocorreram na cidade do Porto e de identificar as frustrações do que ficou por fazer. Precisamos também de afinar as nossas prioridades para os próximos dois anos, tanto na ação institucional como na ação local.

Para isso, precisamos da opinião, da inteligência e da sensibilidade de todos. Daí o pedido concreto que te fazemos: que nos envies o teu ponto de situação sobre a cidade.

Estes textos de diagnóstico devem ter um máximo de 3000 caracteres e ser enviados até 16 de Novembro. A nossa sugestão é que tomes como referência a ação do executivo liderado por Rui Moreira neste ano que passou, e que digas o que deve vir a ser a nossa intervenção na continuidade dos nossos esforços para que o Porto seja uma cidade que, como apontámos em campanha, responda à crise social, resgate a democracia, seja reabilitada e devolvida às pessoas.

Estes contributos têm o intuito de alargar o balanço que as eleitas e eleitos já iniciaram, em conjunto com o grupo que tem acompanhado o trabalho autárquico [GATA], nas últimas duas reuniões que foram realizadas (em setembro e outubro), do qual saiu um contributo para iniciar a reflexão que queremos aberta e com o máximo de contributos e reflexão possível.

Depois desta recolha, colocaremos todos os textos enviados aqui no nosso site. Eles serão o ponto de partida para a discussão e organização dos trabalhos da próxima assembleia aberta, cuja data enviaremos em breve.

Contamos com o teu contributo.

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A Câmara do Porto já mudou de cor, falta mudar a política…

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A cor já mudouUm novo logótipo e a cor azul. Das mudanças mais visíveis introduzidas pelo executivo camarário que tomou posse há um ano atrás. Para o grupo municipal do Bloco de Esquerda, falta o mais importante: dar novas respostas às cidadãs e aos cidadãos do Porto. Faltam novas políticas, concretas e tangíveis, que cortem com a os 12 anos de gestão do PSD e CDS-PP em que a desigualdade social e territorial cresceu como nunca, a reabilitação urbana foi um fiasco, o investimento municipal diminuiu mais de 100 milhões de euros e o desemprego na cidade quase duplicou.
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