Paranhos

Propostas para Paranhos

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Paranhos, com cerca de 42.000 habitantes, 15 bairros sociais, ilhas, inúmeras colectividades, desempregados, trabalhadores precários e sem-abrigo precisa de respostas transformadoras, criativas, participadas.
A maioria PSD / CDS, governa o país com a insensibilidade da austeridade imposta, governa o município com uma domus social transformada em balcão de despejos dos mais pobres e a junta com impotência perante os sucessivos cortes no seu próprio orçamento.

1.HABITAÇÃO
Elegemos para a acção local os temas mais urgentes a resolver: A habitação, os despejos, os sucessivos cortes de água e luz, os aumentos das rendas. Nada do que é humano nos é indiferente.
– Os despejos e cortes de água e luz têm que passar pelo conhecimento e acção da junta na sua resolução.
– Os bairros de habitação pública têm que ter habitação dignificada,equipamentos úteis e espaços verdes requalificados e hortas de proximidade.
– Tem que ser criada mais habitação social em prédios do município.
– Maiores de 65 anos têm que ser isentos de humilhantes comprovativos de carência.
– Tem que ser feita uma revisão dos preços das rendas, água e luz às colectividades, também esganadas pela austeridade.

2.REABILITAÇÃO URBANA / POBREZA
– Paranhos detém muito e importante património devoluto por reabilitar, por ex, o ex-quartel de transmissões, apenas minoritária e parcialmente ocupado com uma instalação da PSP.
– Propomos investimento público de reabilitação urbana para a construção de um equipamento em Paranhos de apoio a situações de emergência social: um “hotel social”.
– Albergaria pessoas desalojadas em situações de emergência, sem-abrigo ou vítimas de derrocadas ou incêndios.
– Poderia funcionar como uma reserva de emergência para casos sinalizados na freguesia ou para situações de despejo.
– Esta seria uma instalação hoteleira com preços sociais e gerida de formas sociais, mas em regime de instalação hoteleira, e não de albergue.
Regime mais de proximidade e privacidade, que os albergues não têm. Incluiria um local onde as pessoas desalojadas ou sem-abrigo possam habitar, comer , estar, com um ambiente de casa/ privacidade sem que a alimentação seja providenciada na rua.

3.QUALIDADE DE VIDA
– Os órgãos locais têm que ser geridos por orçamentos participativos e assembleias abertas e participadas.
– Sendo a qualidade do ar em Paranhos é uma das piores da cidade é necessário o aumento dos corredores Bus, a devolução de passeios aos peões,remoção de carros dos passeios entre outros inúmeros obstáculos, criação de rampas para cadeiras de rodas e cidadãos com mobilidade reduzida
– Têm que ser tomadas medidas de urgente acalmia de tráfego entre as quais, a facilitação do uso da bicicleta como meio de transporte urbano e requalificação da perigosa ciclovia que serve as universidades.

Desta vez, Vota! Vota no Bloco de Esquerda.

Lista à junta de freguesia de Paranhos

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1 Pedro Marques de Figueiredo, 38 anos, arquitecto
2 José António Carvalho Moreno, 50 anos, técnico tributário
3 Maria José Barbosa Guedes, 39 anos, bióloga
4 Madalena Augusta Ferreira Evangelista Lima, 44 anos, desempregada
5 António Manuel Almeida Silveira, 61 anos, bancário
6 Vítor Manuel da Silva Teixeira, 39 anos, assistente operacional
7 Maria José de Sousa Magalhães, 55 anos, professora
8 Mónica Cristina Alves Nunes, 43 anos, desempregada
9 José Francisco da Silva Beja, 60 anos, professor
10 Antero Fernando Ferreira Alves, 54 anos, vendedor
11 Ana Azevedo Vargas e Pires, 32 anos, atriz
12 Patrícia Alexandra Moreira da Silva Lapa Faria, 36 anos, desempregada
13 Rui Fernando Loureiro dos Santos, 62 anos, socorrista
14 Pedro Miguel Xavier Pinho, 22 anos, desempregado
15 Rosalina Moura Ribeiro dos Santos, 53 anos, desempregada
16 Maria Augusta Fernandes de Meneses Montenegro, 49 anos, doméstica
17 João Luciano Rodrigues Mota Vieira, 38 anos, engenheiro
18 Maria Cecília de Sousa Geraldes dos Santos, 63 anos, desempregada
19 Fernanda Paula Duarte Oliveira, 44 anos, desempregada
20 José Augusto de Oliveira Leite Ferreira, 62 anos, professor
21 Maria Madalena da Silva Teixeira Gouveia, 44 anos, empregada de limpeza

Suplentes
Adelina de Jesus Pereira e Silveira, 54 anos, desempregada
Sandra Cristina da Silva Ribeiro, 28 anos, desempregada
João Gomes Reis, 18 anos, estudante
Maria Helena de Andrade Ribeiro da Fonseca, 59 anos, doméstica
Aurélia Maria da Silva Teixeira, 48 anos, empregada de limpeza
António Manuel da Silva Gouveia, 49 anos, metalúrgico
Maria Alexandre Geraldes dos Santos, 41 anos, desempregada

Cabeça de lista à freguesia de Paranhos

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Pedro Figueiredo. 38 anos. Arquitecto (FAUP 99/2000) Nasce em 1975.
Trabalha em Arquitectura no Porto, em vários gabinetes desde 2000.
Interessado em intervir publicamente nas questões urbanas, políticas e sociais da cidade, escreve regularmente no blog “A baixa do Porto”, e participa nos Movimentos Urbanos pela manutenção dos mercados de frescos públicos da cidade: Os Movimentos pelo Bolhão e pelo Mercado do Bom Sucesso.

Porque te meteste nisto?

Nada do que é humano nos é estranho. Virar o Porto ao contrário é um começo para virarmos o país.
Uma cidade virada do avesso pela imposição internacional da austeridade e com a conivência de governos, município e freguesias só pode resultar numa imensa vontade em virar o avesso do avesso. Por isso a minha participação nesta candidatura.

A dita proximidade das freguesias tem que se tornar coerente com a transformação da vida das pessoas.
Daí que uma intervenção transformadora tem que trazer para a freguesia os problemas que mais afectam os cidadãos: A habitação, luz, água, os cortes, rendas e despejos numa freguesia (paranhos) com cerca de 42.000 habitantes e 15 bairros de habitação colectiva municipal são a prioridade desta candidatura.

Pedro Figueiredo

Cabeça de lista à junta de freguesia de Paranhos