Amarílis Felizes

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Amarílis Felizes

Sou a Amarílis, tenho 22 anos e há muitas ideias que me movem nesta candidatura.
Estive presente desde o início deste processo em que reunimos diferentes pessoas e discutimos muitas propostas, a primeira coisa que me apaixonou na candidatura foi essa dedicação à democracia e a capacidade de fazer das nossas diferenças um grande atributo.
Sei que foi no confronto e na discussão que mais aprendemos.
Outra das principais razões que me impelem a virar o Porto ao contrário é a vontade de combater algumas ideias do senso comum que considero muito perigosas. Esta candidatura prova que a política é para todos e não só para os políticos – seja lá o que isso for -, que os partidos não são todos iguais e que há alternativa às políticas que nos têm sido impostas.
Tenho a forte convicção de que as coisas podem ser de outra maneira.
Não quero uma cidade para inglês ver. O património do Porto pertence a todos e tem de ser preservado, é composto pelos monumentos e equipamentos públicos mas também pelas histórias e pelas pessoas. Nesta campanha luto para que a arte não seja um luxo para elites e a cultura pouco mais que o programa de horário nobre da t.v.
Se aqui é cada macaco no seu galho, eis algo que precisa ser virado ao contrário.
Estou também nesta campanha porque cada proposta concreta para o Porto me diz respeito. Quero trabalhar e morar nesta cidade e indigna-me que uma coisa tão elementar me seja privada para que alguns ganhem milhões com especulação imobiliária ou financeira. Quero uma cidade com uma rede de transportes públicos alargada, em que me possa deslocar de bicicleta em segurança e em que todos tenham direito à mobilidade.
Quero uma cidade em que não se vire as costas a ninguém.

Amarílis Felizes